Ouro escapa, Phelps leva a prata em empate triplo e chega à 27ª medalha

Astro americano não consegue segurar revelação de Cingapura e termina em segundo nos 100m borboleta. Último ato da carreira será neste sábado, no 4x100m medley .Nos  últimos seis dias, Michael Phelps tem sentido a dor e a delícia de nadar cada metro dos 1.900 percorridos em alta intensidade até agora no Rio. Os 100m desta sexta, no borboleta, proporcionaram ao astro americano de 31 anos mais uma mistura de sensações. Cansado após quatro provas e quatro vitórias, superou a dor mais uma vez para buscar a 27ª medalha para a sua coleção, a última em disputas individuais. A dourada, porém, desta vez escapou. Nada que abale o caminho de sucesso que tem trilhado em sua despedida das piscinas. O último ato será neste sábado, quando dará as últimas braçadas dos seus 20 anos dedicados às piscinas para encerrar da forma que planejou a carreira mais vitoriosa da história dos Jogos Olímpicos.

De todas as seis provas que Phelps estava inscrito nos Jogos Olímpicos Rio 2016, os 100m borboleta era a mais imprevisível. A disputa acirrada se confirmou na final desta sexta-feira. Largando na raia 2, o americano começou atrás, passou os 50m em sexto lugar, cresceu no fim, mas não teve espaço suficiente na piscina para ultrapassar Joseph Schooling. O nadador de 21 anos de Cingapura, mas que treina nos Estados Unidos, surpreendeu ao aguentar a pressão do maior nadador de todos os tempos e bater em primeiro em 50s39 – novo recorde olímpico.

– Eu preciso absorver este momento, perceber o que eu fiz, e então eu vou ter uma melhor compreensão do que realizei. Mas, agora, tudo o que posso dizer é que estou muito honrado e me sinto privilegiado por ter a oportunidade de disputar uma final olímpica ao lado de nomes gigantes como de Michael, Chad e Laszlo, caras que têm redefinido o esporte – disse o jovem campeão de Cingapura.

Se já era difícil prever quem seria o vencedor, mais impossível ainda tentar adivinhar um empate triplo na segunda colocação. Phelps, o sul-africano Chad Le Clos e o húngaro Laszlo Cseh chegaram exatamente ao mesmo tempo, em 51s14. O americano ficou surpreso quando percebeu a coincidência, e o fato curioso acabou tornando a prata mais agradável.

– Eu vi o dois do lado do meu nome e, em seguida, olhei para cima novamente. Então, olhei para Laszlo e Chad e pensei: “todos nós empatados em segundo, isso me parece maneiro” – contou Phelps, agora dono de 27 medalhas olímpicas, sendo 22 de ouro.499df4304e113e1bbf0b62ead5e3cbc4

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